segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

SERÁ QUE ESTAMOS OU IREMOS VIVENCIAR UMA BOLHA IMOBILIÁRIA NO BRASIL???





SERÁ QUE ESTAMOS OU IREMOS VIVENCIAR UM BOLHA IMOBILIÁRIA???
 
Para quem ainda não me conhece, gostaria de me apresentar:  meu nome é Carlos Bispo, sou um Executivo de Finanças Sênior, com sólida experiência em gestão financeira e de controladoria, experiência esta adquirida em empresas globais tais como: PwC, ABB Asea Brown Boveri, Daimler-Chrysler, Metalsa, JCB, SKF, Bottom-Line Group Consulting, etc ..., com ampla experiência internacional, trabalhei 2 anos em Miami - EUA, e também em alguns momentos em alguns países da América Latina (Brasil, México, Argentina, Colômbia, Uruguai e Venezuela) como LATAM CFO. E trabalhando em auditoria e consultoria em clientes em mais de 11 países ao redor do mundo com mais de 28 anos de experiência com uma sólida formação acadêmica: EMBA (Economia Global) na Universidade de Toronto, Mestrado em Finanças e Contabilidade (em curso) DeVry University, em Miami (70% on-line), EMBA - BSP, MBA - FEA / USP – CRC Ativo, Bacharel em Ciências Contábeis, Administração de Empresas.
 
 
 
 

As minhas especialidades incluem:

•        Planejamento Financeiro, Orçamento e Previsão • Tesouraria e Gestão de Investimentos

•        Administração de CAPEX e OPEX  • Especialista em IFRS, USGAAP e BRGAAP

•        Controles Internos, Compliance & SOX • LATAM Relatórios e Consolidação

•        ERP Implem. (SAP, Oracle, Totvs) • Habilidades de negociação

•        Financiamento: BNDES, bancos internacionais

•        Especialista em Contabilidade / Custos e Professor

•        Terceirização / Consultoria / Auditoria e Especialista em Impostos

•        Formação de Equipe e Liderança

•        Especialista em Administração em Crise e redução de custos

  • Especialista em alavancagem financeira
  • Especialista em reestruturação de empresas

  • Fusões e Aquisições e Due Diligence

Ao longo de minha carreira, trabalhei nos seguintes ramos de atividade: indústria, serviços, comércio e bancos, e nas seguintes áreas de negócio: automotivo, Bens de Consumo, fusões e aquisições,  mercado imobiliário,  papel e celulose, mineração, metais, hotéis, comércio eletrônico, auditoria, consultoria, terceirização de mão de obra, retro-escavadeiras, aluguel de carros, farmacêutica, ferrovias, construção, negócios maritmos, e-commerce, etc ...

Enfim, você já deve ter percebido que não sou tão jovem assim, tive que explorar um pouco acima o meu modesto conhecimento para provar que esta experiência me da abertura para falar com mais propriedade e explorar um pouco mais sobre os gurus do mercado com relação a este fato, dentre o conjunto de pesquisas que realizei: CRECI, Empíricus, diversos jornais, diversos especialistas no assunto e com o meu conhecimento e opinião, cheguei a seguinte conclusão abaixo que gostaria de compartilhar com vocês:

Estava conversando com um amigo meu em Miami, local onde morei por 2 anos e ainda freqüento com uma certa intensidade e ele sendo um  “financial advisors” para clientes “private” (aqueles que têm mais de US$ 1 milhão de ativos) com sede em Miami e comentamos sobre a verdadeira montanha russa que essa pessoa tinha experimentado no mercado nos últimos 14 anos.

 

Há 14 anos essa pessoa havia comprado um apartamento por US$ 100 mil. Esse apartamento chegou a valer mais de US$ 1 milhão no momento de pico de mercado; mas com a crise de 2008 voltou aos US$ 100 mil iniciais.

Atualmente o mesmo apartamento está avaliado em torno de US$ 350 mil. Como esse é o imóvel de moradia e tinha sido comprado por um bom preço, toda essa flutuação acabou sendo só uma história para contar para os netos.

Agora, imagine se você tivesse o azar de comprar no pico de US$ 1 milhão e, pior do que isso, se tivesse comprado financiado. Isso seria um erro que poderia acabar com a vida financeira de qualquer um.

Mas o que é, afinal, uma bolha imobiliária?

Os preços mais do que dobraram e voltaram ao mesmo patamar de antes da bolha. Houve uma queda de mais de 60% para quem comprou lá no pico. O mercado de Las Vegas foi um dos que mais sofreu com a crise americana. Na média, o mercado americano caiu 27% do pico ao fundo da crise. Contudo, quando um mercado está com preços nas nuvens, isso não necessariamente significa que está sob uma bolha.

A bolha se caracteriza por um mercado com preços muito maiores do que os historicamente observados e principalmente por causas insustentáveis no longo prazo que, consequentemente, resultam em uma forte queda de preços em um período seguinte.

No caso americano, o fator insustentável número 1 e que inflou (e desinflou) os preços foi o nível excessivo de crédito imobiliário oferecido por lá. Foram “só” US$ 6 trilhões a mais de crédito entre 2003 e 2008, equivalente a 150% do PIB atual do Brasil, concedido em crédito às famílias americanas para a compra de imóvel!

Mas, de novo, o crescimento em si do crédito não explica a bolha. Há também os empréstimos mal feitos. E isso aconteceu com muita frequência nos EUA. Emprestou-se para quem não podia pagar. Os empréstimos chegaram a uma relação de 90% do PIB americano, com um agravante: na média, as famílias americanas endividadas estavam pagando cerca de 36% de tudo que o ganhavam em parcelas de financiamento imobiliário. E, se a média era 36%, tinha muita gente comprometendo 40%, 50% e até 60% de sua renda somente com o pagamento de financiamentos imobiliários.

Nesse contexto, como se faz para pagar todas as outras contas da família, como alimentos, água, luz, saúde, carro e cartão de crédito? Não tem jeito. O orçamento dessas famílias foi para o buraco.

Quando o mercado percebeu que a corda ia arrebentar, houve um dos maiores recuos da história de crédito (o dinheiro literalmente sumiu!) e o combustível para os aumentos de preço acabou.

As famílias (e os especuladores) saíram correndo para tentar salvar algo vendendo suas propriedades a qualquer preço para se livrar das dívidas. E o resto é a história contada no primeiro gráfico que mostrei ali acima.

 

A comparação com o Brasil

A situação americana e brasileira tem muitas semelhanças. O mercado americano apresentou um incrível aumento de preço em poucos anos. Olhando friamente o comportamento do mercado brasileiro de imóveis residenciais, tivemos aumentos até mais fortes.

Esse gráfico mostra que o preço de imóveis residenciais mais do que quintuplicou de março de 2001 para junho de 2014. Especialmente nos últimos anos, desde 2007, o preço mais que dobrou de valor.

Mas, somente um aumento de preços não é suficiente para configurar uma bolha. Você precisa de causas insustentáveis para ter um quadro de bolha.

Outra coincidência com o mercado americano e uma das causas para o aumento de preços dos imóveis brasileiros certamente está relacionada com o financiamento imobiliário.

O saldo de crédito de financiamentos imobiliários cresceu mais de 5 vezes também. Para se ter uma ideia, em 2007 foram feitos financiamentos imobiliários totalizando R$18 bilhões. Em 2013 tivemos “só” R$ 109 bilhões.

 

Agora vamos ver as diferenças

 

O crescimento em si do crédito não caracteriza uma bolha. Esse crescimento teria que ser com empréstimos mal feitos. A dívida imobiliária americana representava 90% do PIB no auge. A dívida brasileira representa pouco mais de 9% do PIB.

Mais importante que isso: as famílias americanas estavam pagando o equivalente a 36% da renda nas prestações de seus financiamentos imobiliários, enquanto no Brasil esse número está em 17%.

A disciplina na concessão de crédito no Brasil é muito maior que a americana. A disciplina é tanta que a inadimplência continua sob controle, se situando na faixa de 2%.

E apesar de ser extremamente importante, só com essa conclusão não dá para cravar que não há bolha imobiliária. Ainda temos os outros fatores que elevaram a demanda e precisamos saber como eles se comportarão em um mercado mais devagar – tanto na renda quanto com a nova realidade das condições de financiamento imobiliário.

 

Quais outros fatores influenciaram este crescimento de preço no Brasil?

a) Bônus Demográfico

Um vento muito favorável à demanda por imóveis foi o chamado bônus demográfico. É o efeito de uma alta taxa de natalidade nas últimas décadas, formando uma população jovem que está casando e comprando imóveis.

Temos 1 milhão de casamentos no Brasil por ano e 280 mil divórcios impulsionando este mercado.

E este é um fator estrutural, que veio para ficar por um bom tempo. As pessoas casam e arranjam imóveis cuja prestação do financiamento caiba no seu bolso.

b) Upgrade / Saída de aluguel

A melhora de renda e da capacidade de pagamento de financiamentos também incentivou o upgrade (troca do imóvel atual por um melhor/maior) e a troca do aluguel por um imóvel próprio.

As pessoas que fazem upgrade não sentiram tanto o movimento de subida de preços, pois os imóveis que moravam também subiram bastante de preço. Então era só questão de encaixar a diferença de preços do imóvel novo mais caro num financiamento.

c) Flippers

Não, não é um monte de golfinho do seriado de televisão. Flipper é a pessoa ou empresa que compra imóveis geralmente no lançamento para vendê-los (“flipar”) com lucro na entrega ou perto dela, contribuindo para a aceleração do processo de subida dos preços. Os flippers sempre se aproveitam de uma demanda de compradores finais com pressa para se mudar.

 

Três fontes de demanda

Então temos três fontes principais da demanda nos últimos anos: bônus demográfico, flippers e upgrade/saída do aluguel.

Desses três fatores principais, somente o bônus demográfico persiste com força. Os flippers estão assustados com o mercado, as pessoas que procuram upgrade perderam a pressa por conta dos preços e as pessoas em aluguel têm mais dificuldade de obter financiamentos.

Estamos em um mercado com significativa redução de demanda. Mas será que essas mudanças de oferta e demanda são suficientes para uma explosão de uma eventual bolha? O que motivaria uma queda relevante?

 

Fatores de influência do mercado residencial

a) Ineficiência da informação

O mercado de imóveis é altamente ineficiente em termos de informação. Não há cotação em tempo real. Não há uma bolsa para as pessoas negociarem imóveis como tem no mercado de ações. E, por incrível que pareça, neste momento, isso é uma vantagem de duas formas.

Em primeiro lugar, qualquer redução de preço não fica tão óbvia (no jargão do mercado, não é “saliente”) e não desperta o incômodo de ver o ativo se desvalorizar. A menos que você esteja ativamente buscando vender seu imóvel.

b) Influência Social

Assim, diminui o efeito da influência social, mais conhecido como efeito manada, em que o fato de um preço cair faz com que as outras pessoas vendam também, levando a uma queda ainda maior.

Em segundo lugar, o fato de não ter uma cotação em tempo real faz com que as pessoas coloquem seus imóveis à venda pelo preço que acham justo e esperem meses para que esse preço seja atingido.

Outra influência social importante é o modo como a sociedade brasileira encara o investimento em imóveis. É interessante que o mercado de imóveis é um dos poucos no qual maioria das pessoas acredita que não vão nunca perder. Que é só uma questão de paciência para se obter uma valorização de seu ativo.

A influência social no mercado de imóveis faz com que a maioria das pessoas não tenha preocupação com o futuro do ativo, ou seja, acreditam que o imóvel não vai sumir, diminuindo muito o risco de uma venda maciça de imóveis.

c) Aversão à perda

Detestamos perder – num nível 2,5 vezes maior do que gostamos de ganhar. Sim, já foi medido. Daniel Kanehman, prêmio Nobel, constatou que o sentimento negativo quando perdemos é 2,5 vezes maior do que o sentimento positivo de ganhar. Evitamos ao máximo reconhecer uma perda. Isso explica algumas carteiras que ficam inundadas de posições perdedoras que ficamos com dó de realizar.

E quanto maior é o montante investido, maior será a resistência em reconhecer uma perda. Em outras palavras, os investidores em imóveis residenciais têm, na maioria dos casos, uma enorme resistência em reconhecer uma perda relevante.

d) Negação da realidade

Ainda mais em um mercado que não tem cotação em tempo real, não há uma tela piscando um número vermelho na sua frente no qual você pode facilmente evitar reconhecer que está perdendo. Você pode facilmente entrar no modo de negação da realidade.

 

Não há bolha!

 

Os quatro fatores juntos (ineficiência da informação, influência social, aversão à perda e negação da realidade) funcionam para impedir que as pessoas se sintam compelidas a vender seus imóveis a qualquer preço.

Só vai vender mais barato quem realmente precisa muito vender. E quem está precisando vender de qualquer forma, neste momento, são os flippers e algumas das incorporadoras.

As pessoas e empresas que não têm necessidade de caixa definitivamente estarão fora desta temporada de desconto e, na sua maioria, vão preferir esperar o mercado se normalizar.

A porção de flippers que estarão dispostos a dar descontos substanciais não é uma informação que possa ser estimada neste momento.

Porém, a intuição aqui é que flippers enforcados são mais exceção do que regra do mercado. A maioria dos participantes de mercado está em condição de esperar uma possível recuperação.

E o desejo de esperar essa possível recuperação está apoiada nas forças de psicologia e sociologia (finanças comportamentais) que vimos acima.

Todos esses fatores juntos nos deixam tranquilos de afastar a possibilidade de estouro de uma bolha imobiliária.

Entretanto vale ressaltar, que em ambiente de oferta x procura a tendência é que os preços se desvalorizem este ano em pelo menos 5%, daí vem o lado financeiro ou o bolso de cada um, vender ou não vender? Eis a questão!!!

A oportunidade vai ser para quem tiver dinheiro no bolso, pois com o aumento do desemprego muitos não conseguiram pagar seus financiamentos e terão que colocar o imóvel a venda, e para fazer dinheiro mais rápido terão que abaixar o valor dos imóveis, o mesmo irá acontecer com as incorporadoras, que terão que reajustar seus preços para baixo para eliminar este estoque e fazer caixa.

Quem viver verá, com certeza está será a situação de 2016, é tempo de esperar e só negociar com muita certeza do que está fazendo.

 

Um Abraço,

 

Carlos Bispo

CEO - Bottom Line Consulting Group

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domingo, 17 de janeiro de 2016

COMO POTENCIALIZAR SEU CÉREBRO PARA SER UM VENCEDOR!!!

COMO O CÉREBRO APRENDE

Esta é uma parte muito importante, para fazermos com o que o cérebro nos ajude a lembras dos fatos que queremos, temos que fazer analogias e associações, estas  são as representações de eventos, pessoas e lugares.
É desta forma que o cérebro decide ligar diferentes tipos de informação, principalmente se a ligação é susceptível de ser útil no futuro.
A matéria-prima para as associações se origina principalmente a partir dos cinco sentidos, mas também podem ter pistas emocionais ou sociais.
O cérebro leva várias coisas diferentes em conta para decidir e se você  forjar essas conexões mentais, ele aprenderá mais rápido. Por exemplo, se algo  fornece entradas para dois ou mais sentidos perto juntos no tempo, como a visão, olfato, paladar de um cheeseburger, o cérebro vai quase vincular automaticamente as sensações.

Em essência, este é o nosso processo de aprendizagem básica. O exemplo clássico de vinculação associativa é quando você compra um carro novo, o qual terá um perfume novo que você nunca se esquecerá, quando entrar em algum lugar com aquele perfume, automaticamente você irá associar o local a coisas novas e super agradáveis.
Foi feito uma pesquisa com cães, os quais normalmente salivam com a visão de alimentos.
Este pesquisador quando apresentou o prato de comida aos cães naquele dia, tocou um sino. Após alguns dias, apenas tocando um sino fez os cães salivar, mesmo sem apresentar nenhum prato de comida, esta é a associação e aprendizagem do cérebro que temos que explorar.

O som do sino sozinho fez o cérebro instruir as glândulas salivares para ficar pronto para o alimento. Nós Humanos e os animais podemos formar ligações semelhantes entre quase qualquer tipo de entradas sensoriais. Obviamente, os seres humanos são capazes de uma aprendizagem muito mais sofisticada e  aprendizagem abstrata que não está tão intimamente ligada a estímulos externos (como sinos) ou recompensas externas (como alimentos). Tome aprendizagem de uma língua, por exemplo. Uma criança aprende língua, ao associar um especial conjunto de sons com um determinado comportamento, pessoa ou objeto. Por isto que já está comprovado que o aprendizado lúdico e interativo é a melhor forma aprendizado que existe, como por exemplo, para aprender inglês, colocar crianças em uma sala imitando uma floresta, com um pássaro voando sobre algumas árvores e dizendo: “The Bird is flying...”, com esta interpretação a criança aprenderá de forma lúdica e guardará mais facilmente a informação dentro de seu cérebro.

Uma vez que essas associações são formadas, eles residem no cérebro como uma memória de longo prazo, que pode ser acessada apenas pelo experimento  do  estímulo original.
É bastante surpreendente quando você pensa sobre isso: Um certo tipo de experiência sensorial pode alterar permanentemente a fiação em parte de seu cérebro! Pois é!!!

Você é que dá a ordem para o seu cérebro, só não se esqueça que para ele não existe a palavra NÃO!!! Quer testar??? Não pense em um elefante cor de rosa!!! Não pense em uma Ferrari vermelha!!! PENSOU NÉ!!!!
Um Abraço,
Carlos Bispo
CEO - Bottom Line Conulting Group
email: carlos.bispo@blcgconsulting.com
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Você sabe qual é o principal negócio do McDonald's?


Era 1954 quando Ray Kroc descobriu que um único restaurante localizado em San Bernardino, Califórnia, usava 8 de suas máquinas de milk-shakes ao mesmo tempo. Intrigado com esse fato inusitado, ele resolveu fazer uma visita ao cliente.

O que ele encontrou foi uma metodologia de produção industrial aplicada a restaurantes. Os irmãos Maurice (Mac) e Richard (Rick) tinham desenvolvido um sistema de self-service de sucesso para servir hambúrgueres, fritas e milk-shakes. Hoje, essa é a norma da indústria de fast-food.

Ray Kroc saiu da Califórnia com um contrato para expandir a rede com franchising em quase todos os estados americanos. O resto é história. Atualmente há mais de 36 mil McDonald’s espalhados pelo mundo.

O que pouca gente sabe é que no começo Ray Kroc tinha muita dificuldade de encontrar franqueados que tivessem bolso para bancar a compra de terreno e construção das lojas. Isso dificultava a expansão tornando todo o processo muito lento.

Até que um de seus funcionários teve uma ideia genial para apressar as coisas. Este funcionário sabia que existiam investidores dispostos a comprar terrenos e construir imóveis para aluguel, mas também sabia que esses investidores provavelmente não gostariam de ficar fazendo hambúrgueres.
A ideia foi usar o capital desses investidores para bancar a expansão da rede. Eles descobriram que existiam investidores com dinheiro de sobra para o negócio imobiliário.

O franqueado não precisava mais ter tanto capital, pois pagava o aluguel com o fluxo de caixa da venda de hambúrgueres.

O McDonald’s cobrava um ágio sobre o preço de aluguel combinado com o investidor imobiliário. Os relatos são que este ágio chegava a incríveis 40% - ou 5% das receitas do restaurante -, o que fosse maior.

Dessa forma o McDonald’s tinha o melhor negócio imobiliário do mundo, pois recebia aluguéis sem investir em imóveis. Genial. Tão bom que o modelo de negócios continua até hoje, mas com modificações.

O McDonald’s hoje tem recursos para comprar os imóveis. O balanço de 2014 indicava que a cadeia de restaurantes tinha US$ 39 bilhões investidos em propriedades gerando aluguéis e outras receitas que representam 70% do resultado operacional da companhia.

Em outras palavras, desde muito cedo Ray Kroc e sua equipe descobriram a mina de ouro que é um bom negócio imobiliário. Desde então, o McDonald’s administra o negócio para maximizar este resultado e criar valor os seus acionistas.

Quem diria que o negócio principal do McDonald’s não são os hambúrgueres?











domingo, 27 de setembro de 2015

Um dos maiores discursos da história da humanidade...muito válido para os dias atuais!!!


“O Grande Ditador”
Filme lançado em 1940
Discurso de Charlie Chaplin (Traduzido em Português)
Texto original em inglês (http://luis.impa.br/chaplin.html)
"Desculpem-me, mas eu não quero ser um Imperador, esse não é o meu objectivo.  Eu não pretendo governar ou conquistar ninguém.
Gostaria de ajudar a todos, se possível, judeus, gentios, negros, brancos. Todos nós queremos ajudar-nos uns aos outros, os seres humanos são assim. Todos nós queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria alheia. Não queremos odiar e desprezar o outro. Neste mundo há espaço para todos e a terra é rica e pode prover para todos.

O nosso modo de vida pode ser livre e belo. Mas nós estamos perdidos no caminho.

A ganância envenenou a alma dos homens, e barricou o mundo com ódio; ela colocou-nos no caminho da miséria e do derramamento de sangue.

Nós desenvolvemos a velocidade, mas sentimo-nos enclausurados:
As máquinas que produzem abundância têm-nos deixado na penúria.
O aumento dos nossos conhecimentos tornou-nos cépticos; a nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco:
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade;
Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura.

Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

O avião e o rádio aproximaram-nos. A própria natureza destas invenções clama pela bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, à união de todos nós. Mesmo agora a minha voz chega a milhões em todo o mundo, milhões de desesperados, homens, mulheres, crianças, vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Para aqueles que me podem ouvir eu digo: "Não se desesperem".

A desgraça que está agora sobre nós não é senão a passagem da ganância, da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano: o ódio dos homens passará e os ditadores morrem e o poder que tiraram ao povo, irá retornar ao povo e enquanto os homens morrem [agora] a liberdade nunca perecerá…

Soldados: não se entreguem aos brutos, homens que vos desprezam e vos escravizam, que arregimentam as vossas vidas, vos dizem o que fazer, o que pensar e o que sentir, que vos corroem, digerem, tratam como gado, como carne para canhão.

Não se entreguem a esses homens artificiais, homens-máquina, com mentes e corações mecanizados. Vocês não são máquinas. Vocês não são gado. Vocês são Homens. Vocês têm o amor da humanidade nos vossos corações. Vocês não odeiam, apenas odeia quem não é amado. Apenas os não amados e não naturais. Soldados: não lutem pela escravidão, lutem pela liberdade.

No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito:
"O reino de Deus está dentro do homem"
Não um homem, nem um grupo de homens, mas em todos os homens; em você, o povo.

Vós, o povo tem o poder, o poder de criar máquinas, o poder de criar felicidade. Vós, o povo tem o poder de tornar a vida livre e bela, para fazer desta vida uma aventura maravilhosa. Então, em nome da democracia, vamos usar esse poder, vamos todos unir-nos. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom que vai dar aos homens a oportunidade de trabalhar, que lhe dará o futuro, longevidade e segurança. É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder, mas eles mentem. Eles não cumprem as suas promessas, eles nunca o farão. Os ditadores libertam-se, porém escravizam o povo. Agora vamos lutar para cumprir essa promessa. Lutemos agora para libertar o mundo, para acabar com as barreiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à intolerância. Lutemos por um mundo de razão, um mundo onde a ciência e o progresso conduzam à felicidade de todos os homens.

Soldados! Em nome da democracia, vamos todos unir-nos!

Olha para cima! Olha para cima! As nuvens estão a dissipar-se, o sol está a romper. Estamos a sair das trevas para a luz. Estamos a entrar num novo mundo. Um novo tipo de mundo onde os homens vão subir acima do seu ódio e da sua brutalidade.
A alma do homem ganhou asas e, finalmente, ele está a começar a voar. Ele está a voar para o arco-íris, para a luz da esperança, para o futuro, esse futuro glorioso que te pertence, que me pertence, que pertence a todos nós.
Olha para cima!
Olha para cima!"
(Tradução, Fernando Barroso)

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Como a crise política está afetando a economia...

     Não é de hoje que vimos presenciando um dos maiores assaltos a economia de um país, O PT e seus aliados vem fazendo uma verdadeira devassa no patrimônio público, como jamais vista na história deste país.
     A crise atual tem origem essencialmente em erros de gestão econômica. Além disso, os escândalos de corrupção, o distanciamento entre os partidos e a sociedade e a excessiva polarização da campanha presidencial diminuíram o espaço de diálogo entre os partidos políticos.
     Felizmente, ao contrário do que ocorreu em outros tempos, o país conta agora com sólidas instituições sólidas para gerir a crise. Elas têm demonstrado animadora capacidade de resistir a tensões e pressões. Funcionam. Três instituições básicas têm operado autônoma e eficiente: o judiciário, a imprensa e os mercados.
     Nossas instituições evoluíram sensivelmente nos últimos 30 anos sob regime democrático, o que as torna mais duradouras. Sua solidez é reconhecida internacionalmente. As instituições foram o destaque positivo na divulgação, pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, de uma má notícia, isto é, a perspectiva negativa para a nota de crédito do Brasil. Esta nota veio tarde e merecida, pois não é possível que um país não possa fazer um verdadeiro ajuste fiscal, como por exemplo diminuir os seus 39 ministérios, os quais hoje tem um custo maior do que Estados Unidos e Alemanha juntos, uma verdadeira calamidade financeira que fica muito clara para os analistas de fora.
     Enquanto o PT estiver no governo será muito difícil crescermos, aliás a previsão é de piora na economia nos próximos meses, o que na verdade tem como essência a falta de credibilidade no governo atual, logicamente demandado pelas pessoas que pensam. Pois é comum na conversa com algum petista eles fazerem inevitavelmente alguma comparação com o governo do PSDB, ou seja, uma falta absurda de capacidade de poderem se pronunciar com respeito ao governo atual, infelizmente um povo que está acabando com este país, insistindo em colocar ladrões no governo, na sua maioria petistas.
     Naturalmente, não é só o PT que age assim - todos os seus adversários se servem dessa mesma rapadura. Mas os adversários não foram eleitos para a Presidência da República em 2014 - o problema concreto é de quem está sentado, hoje, num cargo ganho com a ajuda de dinheiro que veio do crime...como no caso da Petrobrás, já que é para discutir o passado, que tal falarmos do governo de Getúlio Vargas??? Afinal, a Petrobrás foi criada naquele governo...

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

VOCÊ ACHA QUE O MARKETING MULTINÍVEL É PIRÂMIDE FINANCEIRA?

Notícia: Projeto altera lei para dirimir dúvidas sobre legalidade do marketing multinível
A discussão sobre o funcionamento de empresas de marketing multinível ganhou importância depois que a Telexfree e a BBom tiveram suas atividades suspensas pela Justiça acusadas do crime de pirâmide financeira.
31/10/2013 10:36
A discussão sobre o funcionamento de empresas de marketing multinível ganhou importância depois que a Telexfree e a BBom - que se apresentam como empresas desse tipo - tiveram suas atividades suspensas pela Justiça acusadas do crime de pirâmide financeira.
O Projeto de Lei 6206/13, em análise na Câmara dos Deputados, altera a legislação sobre crimes contra a economia popular (1.521/51) para deixar claro que o chamado marketing multinível não é crime.
Hoje, atenta contra a economia popular quem tiver ou tentar obter ganhos ilícitos mediante especulações ou processos fraudulentos. A lei menciona explicitamente formas conhecidas como “bola de neve”, “cadeias” e “pichardismo”, assim como “quaisquer outras equivalentes”.

O texto do deputado Giovani Cherini (PDT-RS) diz que as atividades comerciais desenvolvidas por meio de colaboradores, baseado em comissão de venda e remuneração por equipe e organização multinível de divulgação e comercialização de produtos ou serviços, não configura crime contra economia popular.

O parlamentar explica que a alteração da lei é necessária para diferenciar as organizações que buscam enriquecimento rápido com esquemas de pirâmides e correntes financeiras daquelas que utilizam o marketing multinível.

Essa confusão, segundo Cherini, é errônea, pois esse tipo de marketing é “praticado por empresas sérias e idôneas, e está revolucionando o planeta”. Atualmente, segundo o parlamentar, esse tipo de negócio responde por 25% do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA e por 16% do japonês. Em números de venda, nos EUA, a modalidade representa 96% do total e, no Brasil, já chega a 8%, acrescenta.

O marketing multinível é um modelo de venda direta que inclui também o recrutamento indireto de vendedores e participação nos resultados. No Brasil, é praticado por empresas como Natura e Herbalife. As empresas TelexFree e BBom também dizem que trabalham com marketing multinível, mas estão com suas atividades bloqueadas por ações do Ministério Público, acusadas de pirâmide financeira.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara
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