terça-feira, 12 de novembro de 2013

SERÁ QUE JÁ ESTAMOS EM UMA BOLHA IMOBILIÁRIA?

Meus Caros(as) Amigos(as),

Nos últimos anos tenho estudado bastante o desenvolvimento do mercado imobiliário no Brasil, e estou muito surpreso  com os valores que estou encontrando, de fevereiro de 2008 a novembro de 2011 os preços subiram em média 110%, nada comparado a qualquer outra aplicação no mercado financeiro, um excelente investimento.

O problema é que a relação PIB x renda per capita ficaram muito longe destes aumentos e o que tenho visto é muitas pessoas comprarem imóveis na planta por empolgação e não conseguirem honrar seus compromissos após novembro de 2011, e este nr. vem aumentando demasiadamente. Para mim está claro que os preços dos imóveis estão além do que deveriam valer e em algum momento eles vão ter que baixar, não é por achismo, é simplesmente por uma regra básica em economia: demanda x procura, para os investidores vorazes de plantão, a dica é básica: cautela.

Vou dar um exemplo do local onde moro: Osasco, no ano passado foi lançado o empreendimento Jardins do Brasil com o valor médio de m2 a R$ 6.000, muitos que compraram estão tendo que devolver e entrar com processo contra a construtora, tenho diversos exemplos de pessoas assim...hoje está ao valor médio de R$ 7.000/m2 e ainda não venderam tudo...é claro e óbvio que não vale isto e você ainda está pagando por um apartamento na planta, financeiramente um péssimo negócio.

Outro exemplo é o recém lançado condomínio Bussocaba da Gafisa em frente a entrada do Bradesco na Cidade de Deus em Osasco, onde era a Adamas, lá vc encontrar apartamentos com valor médio o m2 no valor de R$ 7.000, um mico, quem investir R$ 7.000/m2 em Osasco hoje, eu sinto em lhe dizer, vai perder muito dinheiro e a conta é básica, não precisa ser especialista, é uma simples relação entre PIB x renda per capita x preço dos imóveis...o filme já foi visto antes nos EUA a 5 anos atras no sub prime, tudo bem que os financiamentos estavam a 116% do PIB, diferentemente do Brasil que está em torno de 35%, mas nesta derrocada, não consigo ver retorno...a bomba vai estourar em algum momento....

Como se não bastasse tudo isto, tem hotel lançando na Av. dos autonomistas quartos a R$ 18.000/m2, o IBIS partiu para o absurdo, é pasmem, tem gente comprando. Bom, o que eu posso desejar boa sorte aos investidores vorazes...

Quer mais exemplos de cair o queixo no Brasil, deem uma olhada abaixo:





  1. Então, quer morar nesse lindo apartamento de 3 quartos em um Golf Club em NY???






    quanto?? um milhão?? Não!!!

    Somente US$ 189.990 ( + ou - R$ 435.000)

    se você preferir, pode comprar essa casa no bairro Guarani em Belo Horizonte

    Casa grande no bairro Guarani. Oportunidade! - Guarani
    Fotos de  Casa grande no bairro Guarani. Oportunidade!
    Casa grande no bairro Guarani. Oportunidade! - Imóveis

    Quer comparar as regiões no streetview??




    Exibir mapa ampliado


    E ai? Estamos ricos??

    Exibir mapa ampliado
    Fonte: http://www.elliman.com/long-island/567-blue-ridge-drive-medford-erfiolw
    http://belohorizonte.olx.com.br/casa-grande-no-bairro-guarani-oportunidade-iid-544561732


  2. EM FLORIANOPOLIS - SC pelo mesmo preço...





    igualzinho né??? bolha imobiliária???

    fonte: http://www.imovelweb.com.br/venda/sc/florianopolis/imovel/ingleses-1001701040
            http://www.trulia.com/property/3136668924-15468-Southwes-24-Ter-Miami-FL-33185#photo-5


  3. AP DE 140 M2 3 QUARTOS - CHICAGO

    VALOR R$ 126.270,00





    pelo mesmo valor no Tatuapé SP....

    APTO 1 dormitório, 35 m2....

    ]



  4. 919 MORGAN AVE MN

    PREÇO (DÓLAR 2,3O) = R$ 252.770,00

    4 quartos - 140 m2




    Fonte: http://www.trulia.com/property/42608730-919-Morgan-Ave-N-Minneapolis-MN-55411#photo-6

    pelo mesmo valor em Campinas...

    CASA - VILA INDUSTRIAL

    R$ 245.000,00





    bolha imobiliária??? tira suas próprias conclusões....

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

MOTIVADOS E DETERMINADOS


"O preguiçoso deseja e nada tem, mas a alma dos diligentes
se farta" (Provérbios 13:4).

"A motivação faz você começar. A diligência mantém você
indo."

Qual tem sido a nossa principal característica? a motivação
ou a diligência? Ou serão as duas coisas? É certo que
precisamos estar motivados para uma determinada atitude --
para amar, para ter confiança, para trabalhar, para ser uma
bênção. A motivação enche nossos corações e alimenta a nossa
alegria.

Mas não adianta apenas a motivação. Precisamos colocar em
prática aquilo que nos motiva. Sem determinação nossos
sonhos não serão realizados, nossas palavras não produzirão
frutos de transformação, nossos pés não nos levarão a parte
alguma. Precisamos crer que conseguiremos, seguir avante em
nossa fé, perseverar até atingir os objetivos.

Quando Jesus está em nossos corações, estamos sempre
motivados e determinados ater uma vida brilhante e cheia de
poder. O brilho vem dEle e a força também. A honra é dEle e
a glória também. A vitória é do Senhor e nossa também.

Nós, cristãos, devemos ser sempre otimistas. E por que não
seríamos? O Senhor é Todo Poderoso e não há possibilidade de
caminharmos sem rumo, de sermos derrotados nas batalhas, de
vermos nossos propósitos frustrados. Se o Senhor nos mandou
-- iremos e chegaremos lá!

Não há nada que nos motive mais que caminhar seguros nas
mãos do Senhor, conversar com Ele durante a caminhada, ouvir
Suas palavras de ânimo quando o cansaço nos abate, ouvir
Seus elogios quando conseguimos vencer uma luta difícil,
sentir seu abraço quando alcançamos a meta.

Eu estou motivado e com muita determinação em servir ao
Senhor. E você?

Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site - Escuro Iluminado:
http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

WHY BRAZIL IS SO EXPENSIVE?



Travelling around the world  I have facing some importants differences betwwen the prices in Brazil and the prices in other places, one of the examples is the price of PS4 that will be launched in US for USD 399 and in Brazil around USD 1,800, makes sense? What is the problem? Taxes??? How the greengos...can understand this?

A recent survey by Tripadvisor, a travel website, put Oslo, the capital of super-rich Norway, as the world’s priciest destination, with a one-night stay in a four-star hotel with dinner and drinks for two costing more than $600. But near the top of the sticker-shock rankings is a surprise entry: upper-middle-income Brazil. Hotels in São Paulo, the business capital, or beachside Rio de Janeiro, cost more than in London or Zurich. Visitors who go window-shopping will find the high prices hit locals too. Clothes, cosmetics, electronics and cars are all more expensive, sometimes much more, than in most other places. The Economist’s Big Mac Index finds Brazilian burgers are dearer than everywhere else except in three much richer countries, (Norway, Sweden, Switzerland) and one dysfunctional one (Venezuela). So why is Brazil so pricey?

special report in this week’s issue explores the question in more detail. A big part of the answer is currency appreciation, caused by economic stabilisation in the 1990s and a huge increase in commodity exports since then. A decade ago a dollar bought 3.5 reais; it now buys less than 2.3 reais—which understates the scale of the change, since Brazil’s inflation was much higher, so reais should have become cheaper, not more expensive. For Brazilians, though, currency appreciation has actually made life cheaper by cutting the price of imports. They point to the fabled custo Brasil (Brazil cost), as the country’s value-for-money problem has long been known. IMF figures show that in most poor and middle-income countries, money goes further than market rates would suggest because wages are lower and non-tradable goods are cheaper. A Mexican’s spending power, for example, is 45% higher at home than if he bought dollars and shopped across the border. But a Brazilian can buy little more at home than he can in the United States.

The custo Brasil has many ingredients, including high taxes (36% of GDP, way out of line with the 21% average for upper-middle-income countries), swingeing import duties and rigid labour laws that make it hard to use workers efficiently. Poor roads and a limited rail network push up freight costs. High interest rates mean firms must spend a packet on financing; high crime adds heavy security costs to their overheads. A terrible education system makes Brazil the world’s second-hardest place for firms to find the skills they need, according to Manpower Group, behind only ageing Japan. Soaring labour costs, which have doubled in a decade as big hikes to the minimum wage set the tone for pay negotiations across the board, have added a new ingredient to the old recipe.

Big price differences mean imports are increasingly taking market share from locals and even Brazilians of relatively modest means have taken to stocking up on foreign shopping-trips. A recent weakening of the currency will give local manufacturers some breathing space, but in the long term the only solution is to become more efficient. The World Bank’s annual report on doing business in a range of countries reads like a productivity to-do list for Brazil: make it simpler to start up and wind up companies; cut and streamline taxes; increase domestic savings and investment. A recent study by the Boston Consulting Group estimated that three-quarters of Brazil’s growth in the past decade came from adding more workers and only a quarter from productivity gains. With few more workers to add, the only way Brazil can start to grow once more is by using the ones it has much better—and becoming cheaper again.